Eu não acho que a gente pode achar que só existe o… aquele seu Deus, entende? Eu acho que você tem de ter, assim, uma abertura para contemplar todas as possibilidades (…) Eu me equilibro nessa questão: ‘Será que há [Deus], será que não há?”
Volto ao ponto. Ninguém é obrigado a acreditar em Deus! É muito mais honesto dizer “Não acredito, respeito quem acredita e nada farei contra a fé!” O problema não é o eventual ateísmo de ninguém, mas a insinceridade.
Ao fazer o seu manifesto aos evangélicos, convém que Dilma meça muito bem as palavras.

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